Mostrai-me as anémonas, as medusas e os corais
Do fundo do mar.
Eu nasci há um instante.
Sophia de Mello Breyner
Faz hoje um mês...
Mas Sophia não morreu.... Sophia não morre: a sua poesia é sempiterna.
segunda-feira, agosto 02, 2004
Mostrai-me as anémonas
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almas flutuantes,
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domingo, agosto 01, 2004
Alma Flutuante
Teremos tido alguma vez o que julgamos ter perdido?
Quisemos a presença permanente mas nunca a tivemos
Nalgum momento feliz nalgum lugar propício
amámos a integridade de um corpo como uma chama de universo
Mas se esse momento durou com a verde intensidade de um bosque
e foi como se tocássemos o tronco de uma estrela
em breve se apagou o lume que dançava em flutuantes corpos....
Antònio Ramos Rosa
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