domingo, agosto 08, 2004

O amor não deve doer

Terminava assim um livro que li há uns anos e de cujo nome não lembro agora. Facilmente esquecível. Só me ficou esta frase e ela vale o livro inteiro.
A perversidade disto é que o amor para ser amor tem de doer um pouco, mas se dó demais, corre o risco de acabar. O amor, pela natureza que lhe intuo e referencio como minha, tem de ser livre, alegre. Se dói muito é mau sinal. Sinal de que as cobranças estão a um passo de se iniciar, que as tristezas se insinuam, que a 'graça' se perde. E perdendo essa graça divina, esse 'sopro divino' não adianta nada mais. Tudo tem o seu tempo e o seu ritmo próprios, como os têm a lua, o sol, a terra, nós e o amor.

Sabedoria antiga numa das minhas encarnações ;)

3 comentários:

Anónimo disse...

Uma excelente visão do que tem de ser o amor e do que ele provoca! Não podemos forçar o amor ou não nos podemos forçar a amar. Beijos Ana

Tania disse...

Obrigada :*

cat-me disse...

Obrigada, Ana :) Bj

Um abraço e mil beijos, minha Baby linda, eu sabia que não ias desistir* Tens muita garra :)))